Ela roubou meu ombro esquerdo
Ela roubou meu ombro esquerdo
Tomou posse, reinvidicou direitos
Disse que era apenas para ter um porto seguro
Quando se arrependesse de seus feitos
Ela roubou meu ombro esquerdo
Proibiu o uso dele por qualquer outra pessoa
Acha que a exclusividade dele lhe faz melhor
Principalmente depois que a tratam como coisa à toa.
Ela roubou meu ombro esquerdo
Quando lhe ofereci em um dia, bem cedo
Um lugar para molhar com lágrimas
E ali, sem máscaras, expor seus medos
Ela roubou meu ombro esquerdo
Não para ser usado a toda hora
Mas sim quando necessita
Pois quando seu coração encolhe
E de tão atormentada sua alma aflora
Digo “Vem cá, Rê, não fica aflita!”
Tomou posse, reinvidicou direitos
Disse que era apenas para ter um porto seguro
Quando se arrependesse de seus feitos
Ela roubou meu ombro esquerdo
Proibiu o uso dele por qualquer outra pessoa
Acha que a exclusividade dele lhe faz melhor
Principalmente depois que a tratam como coisa à toa.
Ela roubou meu ombro esquerdo
Quando lhe ofereci em um dia, bem cedo
Um lugar para molhar com lágrimas
E ali, sem máscaras, expor seus medos
Ela roubou meu ombro esquerdo
Não para ser usado a toda hora
Mas sim quando necessita
Pois quando seu coração encolhe
E de tão atormentada sua alma aflora
Digo “Vem cá, Rê, não fica aflita!”

1 Comments:
OOOOUUUUUUUUUUUUUUUNNNN..só isso q consigo dizer.Love you so much...até marejou aqui...
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RÊ, at 30 Junho, 2008 20:20
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